segunda-feira, 11 de novembro de 2013

OFICINA DO FAZER CEPAENI

Quando a gente escreve sente uma série de emoções diferentes e até antagônicas, da insegurança ao deleite, da necessidade de reconhecimento, ao simples prazer da comunicação. A fase da pesquisa é deliciosa. Quando o livro fica pronto: editado, publicado em fase de lançamento, é como um filho que nasce. O lançamento do livro é uma festa: amigos, abraços e beijos felizes. Aí você se sente um privilegiado, o mais feliz dos mortais. A egotrip é tão satisfatória que a gente até esquece que o mais importante de tudo é o outro. Aquele ali do outro lado: o leitor. Este é o verdadeiro propósito do autor de LIJ (Literatura infantojuvenil): chegar até o outro, fazer o pequeno leitor sorrir, ou chorar, ou sonhar, pensar, decifrar... Sexta-feira passada encontrei meu leitor. Eram muitos. Pequenininhos, das turmas de Educação Infantil da Oficina do Fazer, em Nova Iguaçu. Educação Infantil? 2, 3, 4, 5 anos? Não sabem ler ainda? Não importa, estão, aos pouquinhos, decifrando minhas palavras, conhecendo meus personagens e se identificando com eles. Querem ver um pouco?
Atentos, curiosos, agitados. Interação: não é este o grande barato de escrever? Amanhã contarei mais.

2 comentários:

Ana Nogueira disse...

Oi Cris, gostei de ler sobre suas aventuras com as crianças. Estou tomando um café quentinho nessa manhã fria, 6 graus lá fora... e ver a alegria das crianças esquentou meu coração. Parabéns! Seria legal ver também um pouquinho da ação, se for possível, com um mini-vídeo de alguma parte da contação. Adorei, lindo trabalho e muito importante pros pequeninos.

Cristina Villaça disse...

oi, Ana!
temos vídeos antigos aqui,
mas os atuais...
você sabe que com máquinas eu sou lenta.
um beijo carinhoso!